Como podem queimar a
bandeira nacional? Se há alguma explicação para tal ato bárbaro é não fazer a
menor ideia do quê ela realmente representa. Pensam esses esquerdopatas estarem
atacando a quem? Não sabem eles que queimar a bandeira é o mesmo que mandar para
ao fogo a própria nação brasileira? O que pensam estar fazendo? Atacando o
governo? Não, essa não é a bandeira do governo. Atacando o partido adversário?
Não, essa bandeira não é a deles. Não sabem esses analfabetos que o que a
bandeira representa é a nação? A não ser que pensam ser esta mesma a sua
inimiga, a nação. Como explicar tamanha barbárie com um símbolo que, diferente
do que muitos pensam, de militar não há nada? A veneração à bandeira nacional
não é “coisa” de militar. É “coisa” de um povo. E aqui, como em qualquer outro
país, é guardada simbolicamente pelas Forças Armadas, quem tem o poder de
defender, com o uso das armas, se necessário, o que ela representa, a própria
nação brasileira. Apenas isso. Quando as Forças Armadas a reverenciam pela manhã,
hasteando-a nos quartéis, é à própria nação brasileira que o fazem. Quando os
militares adotam uma atitude de respeito ao final do dia, quando a arriam do
mastro, é ao recolhimento em segurança da nação que ela representa que
demostram seu respeito. E assim cada cidadão deveria proceder. Esse “pedaço de
pano” como muitos a chamam, é muito mais do que aqueles de visão curta
conseguem enxergar. Ela simboliza, assim como qualquer outra bandeira nacional,
uma nação única no mundo, com todas suas potencialidades e desafios. Não há
duas bandeiras nacionais iguais no mundo, assim como não há duas nações iguais
no planeta. Cada nação é representada pelo seu respeitado magno símbolo que
esses fanáticos criminosos queimaram. Triste assistir a um “espetáculo” deprimente
de uma sociedade que se esvai em disputas ideológicas insensatas e radicalismos
cegos. Que esses ignorantes minguem junto às cinzas da nação que querem
destruir.
Idéias no Ar Sem Fio
terça-feira, 8 de março de 2016
domingo, 16 de agosto de 2015
Diferenças entre as manifestações
Os ditos "coxinhas": vestem verde e amarelo
Os ditos "petralhas": vestem vermelho
Os ditos "coxinhas": agitam a bandeira nacional
Os ditos "petralhas": agitam uma bandeira vermelha
Os ditos "coxinhas": cantam o hino nacional (aliás, quando mais se ouviu essa linda música sendo entoada espontaneamente por todo o país nos últimos tempos foi em 15 de março, 12 de abril e 16 de agosto de 2015)
Os ditos "petralhas": cantam o hino da internacional comunista
Os ditos "coxinhas": levam crianças e idosos para a manifestação
Os ditos "petralhas": levam foices (alguns, martelos)
Os ditos "coxinhas": pagam do próprio bolso para irem ao evento
Os ditos "petralhas": não pagam, recebem para irem ao evento
Os ditos "coxinhas": pagam do próprio bolso para lancharem durante o evento
Os ditos "petralhas": recebem lanche pago por outros (no final das contas, pago pelos ditos "coxinhas")
Os ditos "coxinhas": não são liderados por ninguém
Os ditos "petralhas": são "liderados" por terroristas que atentam contra a democracia dizendo que vão pegar em armas.
Os ditos "coxinhas": manifestam-se no domingo, porque durante a semana trabalham.
Os ditos "petralhas": manifestam-se durante a semana....por quê? Ou porque o partido que defendem não lhes deu emprego ou porque faltam mesmo.
Os ditos "coxinhas": manifestam-se no domingo, pois assim não atrapalham os demais trabalhadores do país.
Os ditos "petralhas": manifestam-se durante a semana....por quê? Porque não interessa os demais trabalhadores, desde que seu pão com mortadela esteja garantido.
Em resumo, os ditos "coxinhas" são os "otários" que celebram o Brasil, e os ditos "petralhas" são os malandros que celebram um partido.
Os ditos "petralhas": vestem vermelho
Os ditos "coxinhas": agitam a bandeira nacional
Os ditos "petralhas": agitam uma bandeira vermelha
Os ditos "coxinhas": cantam o hino nacional (aliás, quando mais se ouviu essa linda música sendo entoada espontaneamente por todo o país nos últimos tempos foi em 15 de março, 12 de abril e 16 de agosto de 2015)
Os ditos "petralhas": cantam o hino da internacional comunista
Os ditos "coxinhas": levam crianças e idosos para a manifestação
Os ditos "petralhas": levam foices (alguns, martelos)
Os ditos "coxinhas": pagam do próprio bolso para irem ao evento
Os ditos "petralhas": não pagam, recebem para irem ao evento
Os ditos "coxinhas": pagam do próprio bolso para lancharem durante o evento
Os ditos "petralhas": recebem lanche pago por outros (no final das contas, pago pelos ditos "coxinhas")
Os ditos "coxinhas": não são liderados por ninguém
Os ditos "petralhas": são "liderados" por terroristas que atentam contra a democracia dizendo que vão pegar em armas.
Os ditos "coxinhas": manifestam-se no domingo, porque durante a semana trabalham.
Os ditos "petralhas": manifestam-se durante a semana....por quê? Ou porque o partido que defendem não lhes deu emprego ou porque faltam mesmo.
Os ditos "coxinhas": manifestam-se no domingo, pois assim não atrapalham os demais trabalhadores do país.
Os ditos "petralhas": manifestam-se durante a semana....por quê? Porque não interessa os demais trabalhadores, desde que seu pão com mortadela esteja garantido.
Em resumo, os ditos "coxinhas" são os "otários" que celebram o Brasil, e os ditos "petralhas" são os malandros que celebram um partido.
domingo, 19 de julho de 2015
Continência dos Atletas no Panamericano
A ignorância traz consequências incríveis. Uma delas é fazer críticas que não trazem qualquer contribuição a coisa alguma. São apenas críticas destrutivas.
Tenho visto críticas aos atletas que tem prestado continência nos pódios durante o Panamericano. "Gesto político!" bradam alguns. O que seria isso? Por acaso "Forças Armadas" é o nome de algum partido? Representam alguma partido? Militares não são funcionários de governo, são funcionários de Estado. E isso está mais do que claro no Brasil, onde, embora com opiniões divergentes a respeito da atuação dos últimos governos, principalmente no aspecto salarial, os militares brasileiros estão quietos, recolhidos aos seus quartéis, realizando seu trabalho silencioso mas de extrema importância para o desenvolvimento do país e da sociedade.
A parceria do governo com as Forças Armadas na área dos esportes de alto rendimento não é a única, nem a primeira. O programa Forças no Esporte, por meio do qual Exército, Marinha e Aeronáutica acolhem crianças de comunidades carentes e desenvolvem atividades na área educacional, esportiva e de civismo, tem apresentado excelentes resultados, haja vista a ampliação do programa. Essa parceria referente aos atletas é apenas mais um exemplo típico, prático e claro de como o governo é incapaz de promover certas atividades que visam ao aprimoramento da sociedade brasileira sem o auxílio das Forças Armadas. Mas como para muitas pessoas reconhecer isso DÓI, passam a criticar um mero detalhe que é a continência no pódio! A que ponto chega a ignorância! Continência essa que não é obrigatória pois esses atletas militares não estão trajando uniformes militares. Da mesma forma, entretanto, não é proibida. Nem obrigatória, nem proibida. Aqueles que a prestam estão motivados, e talvez encantados, pelo que aprenderam nos quartéis sobre civismo, amor à pátria, e respeito ao que simboliza a nação brasileira. Aprendizado esse que deveria fazer parte da formação de todo brasileiro, como, aliás, já fez no passado.
A continência não é, como os ignorantes pensam, um sinal de reverência àquele "pano" verde, amarelo, azul e branco. Não é uma reverência àquele "pano" da bandeira, mas ao que ela representa. E, aos ignorantes, que não tem capacidade de alcançar esse entendimento, pois a esses a palavra Nação nada diz, eu digo o que aquele "pano" representa. A Bandeira Nacional representa a Nação Brasileira. A continência, que nada mais é do que o cumprimento característico do militar, é uma reverência e um sinal de respeito à Nação Brasileira. E querem proibir isso?!?!
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